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A determinação das autoridades de S. Tomé e Príncipe em colocar a economia do
País entre os mercados mais atractivos do
mundo e, designadamente, da África
Ocidental, alargou-se agora à área
financeira com a criação de um Centro
Internacional de Negócios. Com efeito, após
terem efectuado uma forte aposta no pleno
aproveitamento do potencial turístico das
ilhas e da descoberta de importantes jazidas
de petróleo nas suas águas ter aberto novas
perspectivas para o futuro, as autoridades
de S. Tomé e Príncipe estão agora empenhadas
em tornar o País o principal centro de
negócios da África Ocidental, com portas
rasgadas para os continentes europeu e
americano.
A eleição da área financeira como um dos
pilares do desenvolvimento do País passa, em
larga medida, pela concessão de um Centro
Internacional de Negócios à Sociedade de
Desenvolvimento de S. Tomé, S.A. (SDST) e de
duas Zonas Francas, uma situada na área do
aeroporto internacional de S. Tomé e
Príncipe (a qual foi concessionada por 30
anos à SDST) e outra na Região Autónoma do
Príncipe.
Registe-se que a economia de S. Tomé foi
aberta ao investimento nacional e
estrangeiro, que passou a dispor de um
código de investimento considerado bastante
vantajoso pelas principais instituições
internacionais.
Graças à sua posição geográfica privilegiada
(S. Tomé é uma entrada destacada para a
África Ocidental), o País dispõe de uma
situação estratégica ímpar para se
transformar numa plataforma de prestação de
serviços financeiros de elevada qualidade.
Só o facto de se encontrar inserido numa das
regiões mais ricas e populosas do continente
africano, integrando mais de 180 milhões de
consumidores em rápido crescimento, confere,
à partida, condições de excepção à
implantação e progressivo desenvolvimento do
novo Centro Internacional de Negócios.
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