Quarta 20-08-2008

 
 
 
 

S. TOMÉ UMA ECONOMIA DE FUTURO

 

 

A determinação das autoridades de S. Tomé e Príncipe em colocar a economia do País entre os mercados mais atractivos do mundo e, designadamente, da África Ocidental, alargou-se agora à área financeira com a criação de um Centro Internacional de Negócios. Com efeito, após terem efectuado uma forte aposta no pleno aproveitamento do potencial turístico das ilhas e da descoberta de importantes jazidas de petróleo nas suas águas ter aberto novas perspectivas para o futuro, as autoridades de S. Tomé e Príncipe estão agora empenhadas em tornar o País o principal centro de negócios da África Ocidental, com portas rasgadas para os continentes europeu e americano.


A eleição da área financeira como um dos pilares do desenvolvimento do País passa, em larga medida, pela concessão de um Centro Internacional de Negócios à Sociedade de Desenvolvimento de S. Tomé, S.A. (SDST) e de duas Zonas Francas, uma situada na área do aeroporto internacional de S. Tomé e Príncipe (a qual foi concessionada por 30 anos à SDST) e outra na Região Autónoma do Príncipe.


Registe-se que a economia de S. Tomé foi aberta ao investimento nacional e estrangeiro, que passou a dispor de um código de investimento considerado bastante vantajoso pelas principais instituições internacionais.


Graças à sua posição geográfica privilegiada (S. Tomé é uma entrada destacada para a África Ocidental), o País dispõe de uma situação estratégica ímpar para se transformar numa plataforma de prestação de serviços financeiros de elevada qualidade. Só o facto de se encontrar inserido numa das regiões mais ricas e populosas do continente africano, integrando mais de 180 milhões de consumidores em rápido crescimento, confere, à partida, condições de excepção à implantação e progressivo desenvolvimento do novo Centro Internacional de Negócios.

 

 

» seguinte